Nascido em

terras brasileiras

Tudo começou quando descobrimos que nossa terra, que até então abrigava uma criação de gado, era na verdade uma mina de ouro, ouro líquido. Assim, Homero reconheceu a nobreza do azeite na Odisseia. Foi então que, acreditando na qualidade do nosso terroir, investimos em 2014 no plantio de oliveiras e na produção desse tão nobre produto.

Apesar de ser um projeto familiar, o Azeite Sabiá já nasceu sob os cuidados e o apoio dos melhores especialistas do Brasil.

Uma equipe multidisciplinar nos assessora constantemente na execução das melhores práticas,

desde o plantio, passando pela poda,  até a colheita

e o armazenamento. Tudo para extrairmos o azeite

com o maior cuidado, qualidade e frescor possíveis.

O mais fresco

 

O melhor azeite do mundo é o azeite fresco, feito localmente e consumido jovem; não aquele importado que quase sempre chega aqui 1 ou 2 anos depois de produzido. Nossa batalha diária é levar aos brasileiros um azeite com frescor inédito, com aromas e sabor que só um azeite feito aqui pode entregar.

As nossas azeitonas carregam a qualidade do terroir da Mantiqueira e são colhidas ainda verdes,

uma a uma, à mão. O processo de extração do azeite segue rigorosamente as recomendações internacionais e nossa máquina extratora é a italiana

MORI TEM, a única do Brasil com sistema líder, de extração vertical, uma das melhores do mundo.

A análise química da safra 2019

apontou indíces de excelência:

Acidez: 0,1, quando parâmetro para

azeite extra virgem é ≤ 0,8

Peróxidos: incríveis 1,38, muito abaixo dos 20 aceitáveis.

 

Espírito artesão

Amamos o que fazemos e como fazemos: com gentileza, precisão e cuidado artesanal. Desde a mudinha à extração.

 

Só assim conseguimos obter os tesouros naturais    da oliva e criar azeites saborosos que encantam o    paladar e trazem bem-estar ao corpo.

A poda da Oliveira

 

João Roberto

Me namore, me encante.


Me olhe, gire, veja meu futuro.


Libere o meu pé, não me deixe dispersar energia.


Areje meu meio, deixe a luz entrar, me deixe respirar.


Me dê luz, ar, forma, fortaleça meus líderes.


Não deixe no meio um ereto e forte usurpador se impor.


Defenda minha liberdade de crescer, de ter meus braços futuros, cada um “prum” canto.


Me olhe, gire, veja meu futuro.


Eleja meus líderes, que para cima e convergentes vão crescer.
 

Lembre-se, minhas ramas de baixo são mais longas

e as de cima, mais curtas.
 

Me olhe, gire, veja meu futuro.
 

Não deixe as vigorosas secundárias disputarem meu coração, me ajude a fazê-las partir.

 

Aquela que me tira a luz e draga a minha energia.
 

Me olhe, gire, você construiu meu futuro.

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